July 30, 2008

refém

Filed under: Nonsense

Como se corresse, corresse muito, sem sair do lugar
E voasse, voasse alto, sem tirar os pés do chão
Ouvia baixinho, quase sussurro, quase sussurros…
Impeliam e impediam, nunca menos, nunca demais.

Boas notícias, sim, eram boas notícias naquele recado
Ainda que simples, bem simples, sempre sinceras
Traziam lembranças, saudades dos planos,
Dos tapas, dos trapos, e da dor do coração em farrapos

Game over salvo, volta o tape
Sem sentido, sem sentido
Imagens sobrepondo-se, uma a uma em cores diferentes
Vejo dragões pegando fogo.

2 Comments »

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  1. Gelo…
    acho que depende do tempo.

    Comment by Mari — July 31, 2008 @ 12:44 am

  2. Engraçado… Eu li e fiquei imaginando você escrevendo… Nessas horas que vêm as palavras, parece que vem um transe junto, não é?

    Comment by Luci — August 1, 2008 @ 12:20 am

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