Que as suas vontades que vêm do nada venham sempre pra mim.
Sempre.
Que as suas vontades que vêm do nada venham sempre pra mim.
Sempre.
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Sobre estar só, eu sei
Nos mares por onde andei
Devagar
Dedicou-se mais
O acaso a se esconder
E agora o amanhã, cadê?
Doce o mar, perdeu no meu cantar
Comment by Nathalia Sacheti — November 25, 2008 @ 12:30 am
Lindo, intenso, profundo!!!
(dispensa mais palavras minhas…)
Comment by Tathi — November 28, 2008 @ 6:46 pm