As palavras fogem-me no sentido inverso
Antes escapavam, sem pudor algum, pelas pontas dos meus dedos
Agora correm macia pra dentro do meu ser
Revertem-se em um número infindável de sensações
Brotam em minha face em simples expressões risonhas e tranquilas
Aqueles dias tempestuosos foram embora,
Ainda que, vez ou outra, alguma nuvem apareça
Sopramos-a pra longe.
Quero o sol, quero as estrelas
E também a sua chuva.
Chovo em ti, o tempo todo.

Senti uma brisinha do mar nesse post.
“É preciso a chuva para florir”.
:)
Comment by ana carolina — April 29, 2009 @ 12:08 am
Me fez lembrar cecília Meireles…
Comment by Filipe — May 9, 2009 @ 6:07 pm